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19 3802.2020

Não tenho dinheiro para pagar os compromissos de curto prazo da empresa. Qual credor priorizo?

 

 

 

Priorize os gastos que mantém a empresa aberta e funcionando tais como água, energia elétrica, gás, telefone e funcionários.

É possível que haja muitos fornecedores atrasados. Selecione aqueles essenciais, proponha pagar daqui pra frente e dentro de 4 ou 6 meses para tornar pontual o que ficou atrasado.

Tributos também merecem atenção, pois podem levar a penhora de alguns bens da empresa.

Considere os empréstimos bancários, e o cuidado maior deve recair para as dívidas com taxas de juros maiores, como exemplo o cartão de crédito e o cheque especial. Evite o efeito “bola de neve” e busque o quanto antes a renegociação do saldo devedor e o parcelamento com valores compatíveis à capacidade da empresa. É muito importante o empresário conseguir uma carência junto ao banco para começar a pagar.

 

Posso pedir um empréstimo bancário para retomar meu negócio?

A empresa deve ter sempre como primeira alternativa levantar o dinheiro de suas próprias vendas ou através da organização de seu ciclo financeiro, mas se esta organização não for suficiente para ajustar a situação financeira da empresa, ela pode solicitar um empréstimo para retomar os negócios. No entanto, verifique antes se não é possível negociar um parcelamento com os seus credores e se os juros cobrados por eles são menores que os juros praticados pelas instituições financeiras.

A empresa também pode trocar as dívidas com juros mais altos, como do cartão de crédito e cheque especial, por dívidas com custo menor. Como uma linha que aceite imóvel ou um carro quitado como garantia, uma vez que estas linhas oferecem juros menores do que linhas destinadas a capital de giro, por exemplo.

Empréstimo deve ser a última alternativa para levantar dinheiro, principalmente se for para pagamento de dívidas. Só se aconselha a solicitação de empréstimo se for o caso de ampliação da empresa, aquisição de maquinário e ou capital de giro, e ainda dependendo da taxa de juros.

FONTE: CARTILHA ALAVANQUE SUA EMPRESA - SEBRAE

tags: dívidas, negócios, crise






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