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19 3802.2020

Consultas evitaram 3.900 inadimplências e R$ 2 milhões de prejuízo em 2014

Em 39% dos casos, cliente consultado está inadimplente e tem alto risco de não pagar a conta novamente;

As empresas de Holambra, principalmente as do comércio, poderiam ter fechado 2014 com 3.943 casos de inadimplência a mais. Esse montante de dívidas, que totalizaria mais de R$ 2 milhões de prejuízo, foi evitado pelas consultas cadastrais do tipo SCPC, disponibilizadas em Holambra pela Associação Comercial e Empresarial da cidade.

O levantamento feito pela ACE-Holambra referente ao ano passado mostra que seus associados recorreram ao sistema de proteção ao crédito por 10.081 vezes, ou seja, realizaram mais de dez mil consultas para analisar a situação do cliente que desejava comprar a prazo. “Agiram corretamente, pois os números mostram que em mais de 39% dos casos, o cliente já era inadimplente, já devia em outras empresas de Holambra ou de outras partes do país”, fala Alberto van den Broek, presidente da Associação Comercial. “Sem as consultas e, principalmente, sem o hábito de consultar, as empresas não saberiam disso. Estariam, então, amargando mais de R$ 2 milhões de prejuízo, resultado de vendas feitas para inadimplentes e que possivelmente não seriam recebidas pelas empresas”.

Consumidor deve, em média, R$ 500,00

Os relatórios do SCPC mostram que quando uma inadimplência é confirmada e registrada, cada consumidor deve, em média, R$ 508,00. Em torno de 3,5% dos clientes endividados e negativados em Holambra, porém, acumulam acima R$ 2000,00 em contas não pagas. Mais de 14% têm dívidas de até R$ 1.000,00 e outros 5%, aproximadamente, contraíram dívidas menores, de até R$ 50,00.

O SCPC Nacional foi a consulta mais utilizada pelas empresas de 01 de janeiro a 30 de dezembro de 2014. Além de mostrar as possíveis dívidas em nome do cliente, o serviço mostra um perfil do consumidor consultado, ajudando a empresa a decidir se concede ou não o crédito. A pesquisa de cheques foi o segundo serviço mais procurado pelas empresas, afirma a ACE. “O cheque ainda é uma modalidade de pagamento muito presente, especialmente no comércio. A forma de reduzir os riscos é reunindo informações sobre o cliente, o que a pesquisa UseCheque oferece”, fala a gerente da ACE-Holambra, Suzi Celegatti.

De 2013 para 2014, o uso de consultas na Associação Comercial cresceu 3,5%.






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